Para serem bem sucedidos, os executivos da sustentabilidade devem ser capaz de “vender” seus projetos para os colegas, executivos e investidores. Isso, é claro, exige alta qualidade das métricas, incluindo a contabilidade para custos ambientais externos, como os impactos sociais da poluição ou o custo de limpeza de água contaminada para o uso industrial. Empresas sem métricas para esses fatores podem ignorar os riscos graves ou fazer suposições imprecisas sobre os custos de investimento.

lucro e sustentabilidadeUma empresa ativamente utilizando métricas ambientais é a Natura, empresa de cosméticos multinacional. A empresa trabalha com seus fornecedores para rastrear externalidades de preços como as emissões de dióxido de carbono, uso da água e geração de resíduos. A Natura, por sua vez, usa um “preço sombra” para estes fatores para selecionar os fornecedores com a  pegada mais leve, que irá também criar benefícios financeiros.

Novas técnicas de gestão

Os verdadeiros líderes da mudança são os únicos com a clarividência de entender que a gestão dos riscos e usos dos recursos naturais realmente importa. Como Warren Buffet disse uma vez: “Alguém está sentado na sombra hoje porque alguém plantou uma árvore há muito tempo.”

É encorajador ver que algumas empresas já estão reconhecendo que a gestão e mitigação de riscos ambientais podem ajudar a cortar custos e ampliar seus lucros. Serão necessários esforços enormes para proteger o planeta e impulsionar resultados financeiros. Mais empresas precisam começar a repensar técnicas tradicionais de gestão e integrar a sustentabilidade em suas operações de negócio.

Trecho final da reportagem do jornal inglês The Guardian escrito pelo presidente do World Resources Institute, Dr. Andrew Steer

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